Jornal da Cidade
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#Business
07/04/2013
Em uma das edições
dessa coluna, escrevi sobre a Geração
Y, também chamada geração do milênio ou geração
da Internet, formada pelos nascidos de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, e que tem como característica
marcante o comportamento muitas vezes folgado, distraído, superficial e
insubordinado.
Em regra, esses
jovens chegam ao mercado de trabalho com elevada imaturidade, sem a compreensão
de que o crescimento profissional é consequência de esforço, dedicação,
sacrifício e muito comprometimento individual. Paradoxalmente, são impulsivos e
impacientes e não pensam duas vezes antes de mudarem de emprego, caso não se
sintam valorizados ou confortáveis no ambiente corporativo.
Não por
coincidência, contudo, dentro desse mesmo grupo se destacam (e progridem
rapidamente) aqueles que, sem perder a identidade da sua geração, adotam o
receituário clássico que assegura o crescimento profissional. Nessa receita
predominam os seguintes ingredientes:
1. Comprometimento: lanço
mão de parte de um texto de Cersi Machado, no portal RH.com.br, que diz: seja
um profissional responsável, foque na qualidade do que faz e não fique pensando
"se o outro não faz, eu não vou fazer; ou o dia que melhorar isso, ou
aquilo, aí sim começarei a me dedicar". Os profissionais de sucesso sempre
dão a melhor resposta diante das piores adversidades, mostrando seu talento, na
prática, fazendo o seu melhor a cada dia.
2. Aprendizado contínuo:
não basta ter as habilidades essenciais para o cargo, é preciso ser insaciável
na busca por novos conhecimentos, sobretudo diante da facilidade de acesso ao riquíssimo
acervo de informações, cursos e treinamentos disponíveis na Internet, muitos
deles gratuitos ou de baixo custo.
3. Disposição para desafios:
fique ligado para não entrar e permanecer em alguma "zona de
conforto", fazendo apenas o feijão com arroz que seu chefe lhe atribui e
fugindo de tarefas desafiadoras. Se assim proceder, mais cedo do que imagina
você poderá ser surpreendido com um aviso prévio.
4. Visão de longo prazo: a
maioria das empresas investe muito até que o profissional comece a produzir
resultados efetivos, razão pela qual sofre com a rotatividade, preferindo
aqueles que têm a intensão de fazer carreira de longo prazo. Aqueles que demonstram impaciência e que
facilmente mudam de emprego, não costumam ser bem vistos pelo mercado.
5. Facilidade de
relacionamento: não basta ter competência profissional, se faltar
habilidade para trabalhar em equipe. Cada vez mais o profissional é parte de um
time e precisa agir de forma colaborativa, ainda mais quando seu crescimento
significará ocupar posições de liderança, que exigem mais ainda tais
habilidades.
Para refletir: "A
arte de ser ora audacioso, ora prudente é a arte de vencer."
-- Napoleão Bonaparte
Para visitar: www.rh.com.br
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